
perdidos em rodriguinhos e falsa vontade de avançar, o mínimo que se exige é que os respetivos ministros desapareçam de cena e já.
estamos fartos de ser periféricos, estamos cansados de estar orgulhosamente sós. e, sobretudo, estamos fartos dessa ideologia bacoca da economia de subsistência, que só pensa no que gasta e nunca vislumbra o que vai ganhar. por isso, somos capazes de plantar couves e batatas no quintal e criar galinhas e coelhos no saguão, mas somos incapazes de pôr de pé uma empresa de nível e pensar em grande. assim, continuaremos uns pilantras de arrabalde a caminho do estatuto de sem-abrigo.e o pior é que esse espírito tacanho e miserável parece tudo o que os partidos de oposição teem a oferecer.
e, não criamos riqueza, não sairemos da pobreza. refiro-me, sobretudo, à que mais me dói: a pobreza de espírito. porque atrás desta vem a outra.